Moção Global de Estratégia 101
- 24 de jan. de 2017
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No XX Congresso Nacional da Juventude Socialista foi aprovada a Moção Global de Estratégia “Do Lado Certo da História - Por um Futuro com Direitos”, com Ivan Gonçalves como primeiro subscritor, que foi assim eleito como novo Secretário-geral da Juventude Socialista.
As ideias presentes neste documento definirão a linha de acção da Juventude Socialista nos dois anos que se avizinham pelo que é de especial relevo olhar para o conteúdo da mesma nos assuntos de maior relevo e que em mais podem condicionar a acção política da Juventude Socialista.
Em primeiro lugar nesta moção olha-se para o problema do combate às desigualdades, aqui com dois pontos de acção essenciais, sendo o primeiro a defesa do estado social e redistribuição de riqueza e o segundo a questão dos direitos, liberdades e garantias.
Em segundo lugar, esta moção foca-se no emprego, mais concretamente em medidas de combate à precariedade e promoção de trabalho digno mas também em medidas de combate ao desemprego bem como de estímulo ao empreendedorismo.
Em terceiro lugar, foca-se no conhecimento, nesta área foca a sua atenção a educação, ensino superior, formação ao longo da vida, investigação científica e cultura. Mostrando assim que na JS se olha para todas as faixas etárias, e não só para aquela que a constitui, bem como, ao juntar a cultura neste ponto, a importância que é dada à mesma como forma de melhorar a educação em Portugal.
Em quarto lugar, estão presentes as linhas de acção no que toca à qualidade de vida. Mais concretamente no que toca à saúde e bem-estar, ambiente e energia, mobilidade, habitação e parentalidade. Estes são pontos muito diferentes uns dos outros, mas o assumir de todos como fundamentais para a qualidade de vida só mostra que teremos uma actividade abrangente e diversificada no garante deste objectivo primordial da democracia ao longo dos próximos dois anos.
Em quinto lugar, olha-se para a qualificação da democracia, neste ponto a moção incide sobre o incentivo à participação cívica e a credibilização da política, bem como a regionalização ou o poder local e regional, de especial importância devido às eleições autárquicas de 2017.
Em sexto lugar, olha-se para o panorama internacional onde nos encontramos, e defende um fortalecimento da Europa, a defesa de um mundo mais justo, e a cooperação com instituições europeias.
Em sétimo, e último lugar, foca-se na própria organização da Juventude Socialista em áreas como a organização interna, a comunicação, as organizações autónomas e os estudos e formação política.
Com base neste programa, extenso e abrangente, podemos concluir que estão reunidas condições para dois anos de trabalho político intenso mas que poderão vir a trazer resultados muito proveitosos para Portugal.











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