No dia 1 de Maio os animais deixam de ser ‘coisas’
- 24 de mai. de 2017
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Todos nós gostamos de animais. Não conheço ninguém que não goste. Pode haver preferências de espécies, de raça, de sexo mas creio que não existe ninguém que as rejeite integralmente a todas, com certeza.
Com mais ou menos globalização, estamos a atravessar (mais um) um período conturbado. Muito conturbado. Como tantos ao longo da sua história, é certo. Mas atualmente especialmente em relação às migrações exponenciais.
Aos violentos choques culturais, políticos, religiosos.
Às graves carências e agressões globalizadas.
Às explorações, escravizações e subaproveitamentos do trabalho mais e menos especializado.
Persistentes crises profundas de valores.
Problemas recorrentes de diálogo, comunicação e de solidariedade à escala mundial. Depressões e doenças resultantes do meio ambiente. Cultos do materialismo competitivo e da banalização dos sonhos destroçados.
É já a partir de dia 1 de maio que os animais passam a ter direitos próprios consagrados na lei, o que na minha opinião é verdadeiramente justo.
Os humanos ou estimam-nos. Ou infrigem-lhes dor. Ou descarregam neles as suas indisposições. Ou mantêm-nos à distância. Ou os querem.Ou não os querem. Mas felizmente vão passar a haver sanções para todos aqueles que pensam, ou acham que sabem, que os animais não tem sentimentos e não sentem a dor como eles a sentem.
Eu também gosto de animais. Praticamente de todas as espécies. Há insetos, sobretudo rastejantes, que me fazem, porém, recuar. Mas procuro, dentro do possível e do razoável, respeitá-los.











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