Henrique Estrelinha, em entrevista.
- 20 de jun. de 2017
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Fala-me de ti - política, ideológica e pessoalmente.
Tenho 29 anos e sou natural de Peniche, onde resido atualmente. Iniciei a minha militância na Juventude Socialista com 16 anos por esta ser a estrutura, de juventude política, que melhor defende os valores da igualdade, da liberdade e da justiça social. No meu percurso, na Juventude Socialista, tive a honra de pertencer a várias estruturas locais e nacionais, desde a minha militância no Núcleo de estudantes socialistas do ISCSP, passando pela Comissão nacional e pela Comissão política nacional, bem como pela liderança da Concelhia de Peniche, culminando na atual função de Presidente da Federação Distrital de Leiria da JS.
O que pensas da JS como meio de transformação da sociedade?
A Juventude Socialista tem defendido os jovens portugueses, nomeadamente na luta por melhores condições nas escolas públicas e no acesso ao ensino superior, tal como na criação de políticas de emancipação jovem. Por um lado, contribui para o debate dos temas fraturantes na sociedade portuguesa. Concordando ou não, tem sido a Juventude Socialista a grande mobilizadora em torno da discussão da igualdade de género e na luta contra a homofobia. Esta atitude, positiva, para além de lançar o debate, muda consciências e cria uma sociedade mais tolerante. Por outro lado, lutamos pela liberdade dos povos, como foi o caso de Timor Leste e atualmente pelo Sahara Ocidental.
Que papel deve ter a JS nas eleições autárquicas?
Tal como disse a Secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes e cito “os jovens não servem só para agitar bandeiras, também devem participar nas autarquias”, sendo uma recomendação que as listas devem incluir 20% de jovens até aos 35 anos. Ora isto é uma clara indicação para as concelhias do PS que devem incluir nas suas listas autárquicas jovens que possam participar ativamente nas decisões autárquicas, sendo uma forma de renovar e credibilizar a política autárquica. Obviamente, a JS irá participar na campanha, sendo relevante a sua inclusão nas listas autárquicas em lugares elegíveis.
Que mensagem política queres deixar a todos?
Vivemos tempos de instabilidade política na europa e no mundo, com o aumento de movimentos e partidos xenófobos e populistas. Temos, por isso, a necessidade de combater estes fenómenos. O nosso governo, liderado pelo camarada António Costa, é fonte de esperança e de confiança de que é possível fazer uma política diferente, capaz de dar dignidade às pessoas. Cabe a todos nós lutar por uma sociedade livre e justa, acompanhando o camarada Mário Soares quando afirmava que “só é vencido quem desiste de lutar”.











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