Portugal e a Saída do PDE
- 30 de mai. de 2017
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Demorou mais de sete anos e meio, mas finalmente o objetivo foi alcançado: a saída do procedimento por défice excessivo! Basicamente, o défice excessivo significa que o saldo negativo das contas públicas ultrapassa os 3% do Produto Interno Bruto.
Desde de 2015 que a “Gerigonça” têm trabalhado para repor aquilo que outrora foi tirado aos cidadãos e, ao mesmo tempo satisfazer as exigências de Bruxelas. Na minha opinião foi, e é a trajetória correta que o Governo deve seguir, pois só assim se garante mais rendimento às famílias, em consonância com contas públicas mais “saudáveis”. As consequências desta saída são na sua maioria positivas, pois dão mais autonomia ao Estado para tomar decisões no âmbito orçamental, desde que as medidas tomadas contribuam para um potencial de crescimento da economia, podendo assim, por exemplo , ajudar as empresas através de um melhoramento das condições de acesso ao mercado de capitais e ao crédito bancário, melhorar o rendimento das famílias através de uma maior liberdade de redução de impostos ou reposição de rendimentos, e por fim o próprio Estado, que com esta saída vai dispor de uma maior credibilidade junto das instituições Europeias. Só com esta trajetória de estabilidade que hoje em dia nos é proporcionada pela atual conjuntura política, é possível viver sem sobressaltos, e sem que todos os dias estejamos à espera de mais e mais medidas de austeridade à semelhança do que assistimos na legislatura anterior.











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